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jul 30

Foforks Entrevista: André Vianco + Promoção do Twitter!
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Promoção

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O Foforks teve a chance de entrevistar o autor brasileiro André Vianco. Conhecido por suas obras vampíricas, André foi muito gentil ao responder com simpatia todas as perguntas que fizemos a ele. Desde já o agradecemos pela atenção e também a Andrea Cisne, que nos ajudou bastante nisso. Sem dúvida, um dos melhores presentes que poderíamos ter ganho hoje.

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Bom, além de ter sido muito educado conosco, o André irá fazer uma promoção EXCLUSIVA para os foforkianos em seu Twitter. O sorteado irá barganhar um exemplar de “Os Sete” autografado pelo autor. Gostaram? Não é só isso. O Foforks irá sortear também uma camiseta exclusiva na rede de relacionamentos. Deixa eu explicar melhor…

Para ganhar “Os Sete”: Você precisa seguir o André Vianco no Twitter, e em seguida twittar a seguinte mensagem:

No dia do  aniversário do @foforks, eu li a entrevista com o @AndreVianco e quero ganhar os presentes! #CREU

O Autor irá sortear o livro entre as pessoas que enviarem a mensagem acima. Se você não estiver seguindo ele, automaticamente não estará concorrendo. Para segui-lo, clique aqui.

A mesma mensagem te fará participar da promoção do Foforks, valendo uma camiseta exclusiva. A idéia é que o FOFORKS apareça nos Trending Topics do Twitter.  No final do dia sortearemos a camisa entre as pessoas que enviaram a mensagem e nos seguem. Se você quiser aumentar suas chances de ganhar a camisa, repito, apenas a camisa, você pode mandar outras frases durante o dia, tipo:

Eu quero um presente no aniversário do @foforks #CREU

sempre mantendo o @foforks e o #CREU na mesma mensagem. Lembrando que são dois sorteios diferentes. Na do livro você só precisa enviar uma vez a frase para concorrer, a da camisa quanto mais mensagens com #CREU e @foforks você enviar, mais chances!

O prazo para o envio das mensagens é às 23:59h do dia 30.

A entrevista com o autor está na próxima aba. E para comprar os livros de André Vianco no submarino, clique aqui =)

Entrevista

Antes de mais nada gostaríamos de dizer que é um prazer falar com um dos principais autores brasileiros de livros de fantasia e ficção, e sem dúvida o principal autor de ficção vampírica nacional.

Obrigado!

Lemos no seu site que você começou aos 17 anos roteirizando uma HQ que não deu muito certo, como foi o salto das HQs para a literatura, foi direto ou você já escrevia contos ou algo assim?

Na real comecei aos 14 escrevendo poeminhas pra minha namorada, aquela coisa bem básica. Hahaha. Aos 15 também escrevia contos e no meio do ano em que completei 15 anos comecei a escrever um roteiro de HQ, que na verdade acabou virando meu primeiro romance de ficção, ainda no caderno do colégio. Era uma história maluca de um robô gigante, ainda bem que ninguém quis publicar. ^^. Comecei como HQ porque era o que eu queria, mas percebi que o que eu estava fazendo era prosa, não um roteiro. Virou livro.

Como surgiu seu interesse pelos vampiros e por escrever sobre eles?

Nem sei exatamente quando surgiu, mas é certo que foi por conta dos filmes de terror que assistia na antiga Rede Record, toda sexta-feira a noite. Os filmes eram escabrosos, tanto no enredo quanto na produção, hahahah, mas eu adorava, e morria de medo. Sempre gostei de histórias de terror e horror. Quando escrevi meu primeiro romance que considerei publicável, O Senhor da Chuva, que narra a história de uma batalha imensa entre anjos e demônios, no meio da história surgiu um personagem (Samuel) que acabava transformando-se em vampiro. O problema é que ele aparecia pouco na história, porque era quase um coadjuvante, foi ai que pensei, putz, vou escrever uma história “de” vampiros. Fiquei matutando até que veio “Os sete” em minha mente.

Você tem um jeito particular de escrever, quais suas maiores influências literárias dentro e fora do universo vampírico?

São muitas. Vão além da literatura até. Eu lia muito a revista “Superinteressante”, assisto muitos filmes e documentários da NatGeo e Discovery, leio muita coisa, de livros a quadrinhos e mangás, então é um cadeirão de influências que acaba alimentado minha usina de ideias. Escritores que sei que me influenciaram muito posso dizer alguns, como Frank Peretti, Henry James, Takashi Matsuoka, Stephen King, Monteiro Lobato, André Carneiro, Vitor Hugo, enfim, um montão deles.

Qual seu livro favorito, e qual seu livro de vampiros favorito?

É uma antologia de contos brasileiros, chamada Páginas de Sombras, tem contos maravilhosos lá, destaco o escritor André Carneiro, ele é formidável, tem uma energia de contista rara em escritores nacionais de fantasia, muito bom. Agora, livro de vampiros favorito… acho que ainda é Drácula.

Como é seu processo criativo?

Olha, é muito intuitivo e incerto… a ideia simplesmente explode em minha cabeça e começo a escrever determinada história. Estou agora escrevendo outra história de anjos, mas trabalhando mais dois livros ao mesmo tempo, um de feiticeiras e soldados, muuuuito diferente de tudo que já escrevi. Para o mundo de Foforks o que posso dizer é que esse novo livro é cheio de paixão, de gente descobrindo o amor e o respeito e a lealdade no começo da juventude e, infelizmente, partindo para a guerra, nessas guerras, além da magia do amor, existe a magia, magia mesmo, é bem peculiar essa nova narrativa. Espero que vcs gostem.

Você já leu a série Crepúsculo? Todos os livros? Se sim, qual gostou mais e o que achou da série?

Eu li apenas o primeiro volume. O que acho é que Stephanie Meyer escreve muuuito bem, ela tem aquela pegada de narradora, de contistas, é uma contadora de histórias nata. O que quer que ela escreva, provavelmente prenderá o leitor nas páginas dos livros. Ela tem defeitos? Tem, sim, como qualquer outro escritor. Vejo muita semelhança nos erros que ela cometeu com os erros que cometi em meus primeiros livros, como “Os sete”, são erros de um escritor novato, aprendendo a esgrimir com as palavras, com a técnica, com a estrutura da história. Mas isso é mais do que natural, é necessário, e publicar mesmo assim é crucial para alimentar nossa evolução. Resumindo, ela escreve bem. ^^

Você acha que Crepúsculo trouxe nova vida à literatura vampírica, inclusive comercialmente?

Sim, sem sombra de dúvidas. A fantasia continua em alta desde o relançamento de O Senhor dos Anéis, quando ocorreu aquele boom de alta fantasia nas livrarias do Brasil, depois emendamos em Harry Potter, naquela escala global, e agora Crepúsculo e os vampiros são a bola da vez no cenário mundial. Aqui no Brasil meus livros de vampiros, Os Sete, Sétimo, O turno da noite, Bento e Vampiro-Rei 1 e 2 sempre venderam muuuuito bem, recebe toneladas de e-mails por semana, tento responder ao máximo possível. Isso é prova mais que definitiva que o gênero de terror e fantasia já tem um espaço cativo nas livrarias do país.

Você acha que o sucesso comercial de Crepúsculo tende a mudar o enfoque e a característica das histórias de vampiros, bem como as características dos próprios vampiros na ficção? Por exemplo, se Bella fosse sua personagem, que saída você criaria para os dias em que ela estivesse menstruada? Ou como você explicaria um ser morto como um vampiro engravidar uma humana, como acontece em Amanhecer?

Não creio que Crepúsculo mudará o enfoque nas histórias, os contos de vampiros sempre existiram e essa fórmula de Meyer já foi bastante usada, não há tanta coisa nova assim em Edward e Bella. Nem mesmo o fato dele poder andar a luz do sol é novo, já em Drácula o lorde protagonista da história caminhava a luz do dia. No meu livro Sétimo, o vampiro adolescente que dá nome ao livro também caminhava durante o dia, na luz do sol, na boa… a diferença é que Sétimo não brilha. Mesmo esse lance do plano central da trama estar ligado a paixão da humana pelo “monstro” e do cuidado do vampiro e os receios e angústias dele já foram fartamente explorados em outros romances do gênero, como no “Alma e Sangue” da escritora brasileira Nazareth Fonseca (outra boa pedida para os twlighters). O barato é que as histórias de vampiros cativam a atenção de nós leitores de uma maneira arrebatadora e que Meyer soube criar algo original dentro desse campo vastamente explorado, fugindo da mesmice, não na fórmula, mas no foco. Crepúsculo quase não é uma história de vampiros (devo lembrá-los que li apenas o primeiro volume), daquele jeito clássico, com dentes afiados, com sangue rolando, talvez nos outros livros da série esse lado mais sombrio do mito se aflore, sei lá.

Para o caso do ciclo menstrual, acho que ela se afastaria do vampiro por alguns dias. O instinto natural de uma criatura feita para caçar sangue-humano falaria muito alto, então sempre existiria algum risco nesse caso, ao menos uma tensão no ar.

Já sobre engravidar, na minha obra isso é possível uma vez que explico que quando o vampiro drena o sangue de alguém, por alguns instantes, dependendo da quantidade, o organismo dele volta a funcionar. Não é uma resposta lógica, obvio, mas no mundo de faz de contas, tudo é possível.

O que você acha da proliferação das séries vampíricas voltadas pra adolescentes, como Vampire Diaries, Vampire Academy, Southern Vampires, é uma moda ou algo que tende a se tornar um nicho editorial?

Já é um nicho há algum tempo. É que como essas séries vêm de fora, o Brasil acaba demorando um pouco para se atualizar e publicar, mas o público leitor de histórias de vampiros sempre terá coisa nova e em boa quantidade a sua disposição.

Sabemos que você leva os livros ao cinema para passear toda quarta de meia-entrada, e que é dificil produzir um filme – ainda mais desse gênero aqui no Brasil – mas fora isso, você ja pensou em fazer ao menos um curta-metragem?

Curtas metragens já dirigi e produzi dois. No meu canal youtube vc confere um e o trailer do segundo que será disponibilizado em breve.  É só seguir o link www.youtube.com/andrevianco e assistir. O primeiro curta, A Flor, foi feito em conjunto com alunos da FMU, então está bem amador, mas já serviu para ir testando as coisas, técnicas e tudo o mais. O segundo já ficou muito mais profissional, da pra ver um avanço no total da coisa e com um orçamento muito baixo. Acho que logo consigo montar um longa de baixo orçamento, mas não será nada mirabolante como “Os sete” ou “Bento”. Para filmes de baixo orçamento temos que pensar em projetos mais fáceis de realizar. É só esperar um pouquinho que logo chego lá.

Que outros autores nacionais de vampiros você exaltaria?

Olha, existem dois autores que estão lançando trabalhos extremamente atraentes e bem feitos, são muitos os autores competentes, mas aqueles que estão se destacando, apontaria Giulia Moon, com o livro Kaori, e Kizzy Isatis, com o livro “O diário da sibila rubra”, esse último não é exatamente um livro de vampiros, porque extrapola isso positivamente, uma narrativa muito bem acertada pelo autor, contando as façanhas do vampiro Luar e de uma família de bruxas que vivem em Santa Catarina… leiam sem preocupação. Giulia Moon já constrói uma história com um talento fabuloso, bem narrada, bem intrigante, descrevendo a vida de uma vampira oriental, desde o Japão feudal até os dias de hoje, ela vivendo no Brasil. Sei que todos aqui são fãs da série Crepúsculo, mas alguns escritores brasileiros colocam o mundo da Meyer no chinelo. Não estou falando isso para criar polêmica ou afastar o interesse dos mais fanáticos pela série Crepúsculo, muito pelo contrário, comparar literatura é pouco eficaz, porque o que atrai um para um determinado livro ou assunto simplesmente repele outros. Quantos de nós que lemos livros de vampiros já não viram alguém torcendo o nariz quando contávamos que tínhamos um livro de vampiros nas mãos? Inclusive indico Giulia e Kizzy para serem entrevistados aqui no Foforks também, certamente eles hão de ter boa experiências para partilhar com os fanáticos pelo mundo sombrio.

Você costuma ler fanfics? O que pensa dos escritores amadores? E daqueles que continuam histórias já existentes?

Não leio muito fanfic, não. Nada contra, mas tenho um volume grande de outros interesses na frente, acaba não sobrando tempo. Para ser escritor é preciso ser antes de tudo amador, no sentido mais real da palavra. A escrita é uma arte, que apesar de toda a técnica agregada, precisa de paixão, precisa de envolvimento, precisa de fidelidade, precisa de todos os sentimentos que o coração possa desencadear.  Agora, quanto a parte de quem escreve fanfic, e de ficar continuando histórias existentes, acho bacana, mas só bacana se a pessoa não quer mesmo sair desse âmbito não profissional, autor de gaveta, porque se ele/a um dia pensa em ser um escritor de verdade, não pode ficar se amparando por muito tempo em universos já existentes, estará perdendo tempo e desperdiçando talento.

O que acha de histórias reescritas sob pontos de vista diferentes, como é o caso de Midnight Sun que reconta Crepúsculo através da ótica de outro personagem?

Acho fodástico, mas depende da condução da autora, se ela passar em cima dos mesmos passos já vistos antes, mesmo que dentro da cabeça de outra personagem, corre o risco de realizar algo muuuuito chato para os leitores caso não jogue luz em coisas que estiveram nas sombras por todo o tempo.

Já usei essa técnica nos livros Bento e Vampiro-Rei volume 1. Em Bento conto a batalha para a salvação dos humanos sob o ponto de vista do bento Lucas e dos que viviam nas fortificações. Ai em Vampiro-Rei 1 mostro mais a luta sob o ponto de vista dos vampiros. A esperança deles também prevalecerem sobre os inimigos do dia.

Você acredita em vampiros?

Não. Não acredito no vampiro de livros e filmes, nem em Edward nem em Inverno. Mas gosto deles pra caramba. Vampiros são fascinantes e, apesar de Edward e Inverno serem mitos, eles existem, no plano do imaginário popular, são vampiros que ganharam força, estão no pensamento de milhares de pessoas todos os dias, Edward no mundo inteiro, Inverno só aqui no Brasil… uns relatos em Portugal e, pasmem, na Islândia.

Quem gostou de Crepúsculo deveria pegar um livro da Makron Books, que é Enciclopédia dos Mortos-Vivos, bem legal, mostra muito de como surgiu a lenda dos vampiros que não tinha nada de sedutores na sua gênese. Ficaram esses galãs e tchutchucas depois de irem para o cinema. Cinema para vender ingresso sempre precisou de um par romântico, ai os vampiros ficaram doces. Kkkk. Nos meus livros eu costumo mesclar as faces do mito. Em “Os sete”, a história dos vampiros portugueses encontrados numa caixa de prata dentro de uma caravela naufragada no litoral brasileiro, eles são esses vampiros sedutores, esse estilão que a maioria das pessoas tem uma atração irresistível. Já em Bento uso o estereótipo do vampiro australiano, que no folclore australiano é uma criatura, com cabeça de sapo e corpo de homem, que caça de cima das árvores, capturando suas vítimas com a língua e sugando o sangue da presa quando ela já esta no seu papo. Em Bento eles não tem cabeça de sapo, mas são caçadores que espreitam de cima das árvores, esperando os desavisados passarem.

O que você acha do preço dos livros no Brasil, sem colocar como caro ou barato ou sem comparar com outros países, você acha que para a nossa realidade o livro é acessível para a grande população?

É uma questão curiosa essa. Livro no Brasil é caro, fato. É caro porque raramente um adolescente, até mesmo adulto trabalhando, consegue entrar numa livraria e sair com dez livros debaixo do braço numa boa, sem ter que planejar como pagar tudo isso. Contudo, é também um lance cultural. Conheço muuuita gente que fala, putz, que livro caro esse o seu! Meus livros, em média, saem por 40 reais. Acontece que essas pessoas que dizem que não tem 40 reais para comprar um livro, na verdade não têm é coragem para dar essa grana num livro. Talvez imaginem que seja um gasto mal feito, porque essas mesmas pessoas saem na balada e gastam horrores com bebidas e entradas e no dia seguinte, aquilo tudo já era. O livro a gente compra e, quando bem cuidado, ele fica para sempre. Eu mesmo, se saio com a família para comer uma pizza, morre fácil 80 a 100 paus na noite. Mas na hora que a gente vai para uma livraria fica pensando, pensando se compra ou não o bendito do livro.

Você começou como autor independente, tem algo a dizer para os autores que querem começar por esse caminho?

O caminho é difícil, a luta é árdua, mas a vitória não é impossível. Escreva bastante, não importa se ninguém está publicando seus livros hoje, só fui ter meu primeiro livro publicado por uma editora quando já estava escrevendo o quarto livro praticamente. Nunca desista do seu sonho.

Quando teremos novidades editoriais de André Vianco?

Ainda sem previsão. Estou escrevendo, trabalhando em alguns projetos. Dois livros de vampiros estão a caminho… mas leva tempo até estarem prontos. Um é sobre a vida na idade média dos vampiros do Rio Douro, a maldição apanhando a vila ribeirinha deles. Outro é Vampiro-Rei 3, que muita gente aguarda. Um outro livro que estou em fase adiantada é sobre anjos, muito misterioso esse livro, o nome é “O caso Laura”.

Contudo, é fácil ficar sabendo o que acontece, basta entrar no meu site www.andrevianco.net a agenda é sempre atualizada de acordo com os eventos que vão chegando. O mais legal envolvendo minha obra, o mais próximo, são as famosas Noites do Terror do Playcenter, que esse ano de 2009, baseou-se nos meus livros Bento e Vampiro-Rei, levando para o palco e para o parque inúmeros personagens desses romances, como os vampiros Cantarzo, Anaquias, Raquel, a guarda imperial do vampiro-rei, chamado de Pretorianos, vampiros com quase 3 metros de altura e espadas imensas e outras figuras também como bento Lucas, Vicente, Teodoro. Enfim, vai ser um sonho vê-los em carne, osso e sangue. Eu estarei lá dia 8 de agosto. Quem aparecer por lá e disser que leu a entrevista no Foforks ganha um “oi” e um abraço grátis. Kkkk.

Sempre terminamos nossas entrevistas com um clichê dos ping-pongs, mas é algo que nossos leitores adoram, então vamos colocar algumas frases e você responde o que vier a sua cabeça, ok?

Sangue: Vida

Filme favorito: O profissional – Luc Besson

A trilha sonora ideal para ler seus livros: Black Number One – Type O Negative

Um livro que deveria ser adaptado para o cinema: Os Sete

Bento Carneiro: hahahahahahahahahahahahaha! Vampiro brasileiro, lógico.

Sua entrevista vai ser publicada no dia do aniversário do Foforks, que é o maior fansite brasileiro de Crepúsculo. Pode deixar uma última mensagem para os 40 mil mortos-vivos que frequentam o site diariamente?

Como vcs já estão mortos, perceberam que a vida passa rápido demais, não perceberam, pois é, se tiverem a chance, aproveitem ao máximo, sejam felizes, é isso que conta no final.


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Categoria Entrevistas Foforks, Informes, Livros | jul 30th, 2009 por prih`

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